Programação Completa Mães 2016

Uma das coisas mais importantes pra nós do BdP é promover encontros, esperamos que você se encontre! Confira a programação da 17a edição de Dia das Mães.

Data: 3 a 6 de maio (de terça a sexta-feira)

Local: Casa Panamericana, Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 197 | Alto de Pinheiros | SP

(Atenção ao número da casa, pois quinta e sexta tem outro bazar na casa vizinha!)

Horário: 11h às 21h

 

Oficinas para as crianças

 

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SUCATINHA DE LUXO

3, 5, 6/5 –  das 11às 18hs

Sucatinha de Luxo

Oficinas e atividades artísticas com reciclagem de materiais, com foco no cuidado e amor pelo Planeta Terra. Atividades de R$ 10,00 a R$ 35,00.

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Na Barriga da Minha Mãe

3/5, terça-feira – 15hs  –

4/5, quarta-feira – 16hs – 

Contação de história e atividade com carimbos das imagens do livro – com Thais Stocklos ilustradora do livro “Na Barriga da Minha Mãe“.

A proposta é que cada participante expresse como é a sua memória do momento que estavam na barriga de sua mãe.

Tempo estimado da atividade: 45 minutos / Faixa etária: 3 a 7 anos

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Mundo Maker

5/6, sexta-feira, 14hs às 19hs

Mundo Maker são oficinas que mesclam trabalho artesanal e tecnologia. Irão desenvolver projetos pessoais de presentes para o Dia das Mães.

Para crianças acima de 7 anos.

1) Luminária – Valor: R$ 50,00 – Tempo de atividade: de 30 a 60min – dependendo da habilidade da criança

2) Bijus –  Valor: R$ 10,00 por peça – Segue um video ilustrativo do processo:

 

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Música ao Vivo e Happy Hour

 

trio biê

3/5, terça-feira – 19:00hs às 20:30hs-

Trio Biê – Loreta Colucci – voz / Luca Frazão – violão / João Rodrigues – percussão
Desde Noel Rosa até Paulinho da Viola, uma voz, um pandeiro e um violão sete cordas revivem nomes que fizeram a história do samba de raiz.

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convite

4/5, quarta-feria – 18:00hsHappy Hour Zen

Em parceria com o Nowmastê, o happy hour seguirá por uma palestra gratuita:
“Hábitos negativos e suas resistências: Como superá-las”. Uma conversa com a Coach de Shri Vivek Yoga & Ayurveda Babi Minamoto, que nos contará como ela utiliza a sabedoria da ciência Yoga e Ayurveda no seu dia-a-dia para superar as resistências ao hábitos negativos e levar um estilo de vida saudável, mesmo no ambiente de ritmo intenso da cidade.

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Manu

5/5, quinta-feira – 19:00hs às 20:30hs

Manuela Fagundes, Eduardo Camargo e Kike Moraes

Com voz doce e delicada, Manu traz uma seleção de músicas da nossa história!

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andre bachur

6/5, sexta-feira – 19:00hs às 20:30hs

Quarteto de Choro comandado por André Bachur – ritmos brasileiros como o samba, gafieira, forró e choro se misturam na sonoridade do Grupo João de Barro.

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A magia do Diwali

As festas de final de ano já chegaram para o Oriente! O Diwali, também conhecido como Festival
das Luzes, é uma importante celebração para as comunidades hindus, budistas, jainistas e sikhistas,
que enfatiza o triunfo do
bem sobre o mal. A comemoração que neste ano foi realizada no último dia
10, acontece, com intenção simbólica, na noite mais escura do Outono, na passagem da Lua Nova
para a Lua Crescente, na transição da
escuridão para a luz.

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Na época do Diwali é instituído um grande feriado para que todos, independente de religião, possam
comemorar a prosperidade, a riqueza e se abrir para que o novo e o belo permeiem o novo ano.
Tradicionalmente, pequenos lampiões de argila com óleo permanecem acesos durante todos os dias
da comemoração. O simbolismo é profundo: o fogo é o mesmo onde quer que ele esteja. Seja em uma
casa simples, seja em lugares luxuosos, este elemento da natureza vai sempre cumprir o seu
dharma
(dever) de dar luz e calor. Multiplicando-se sem nunca perder a sua intensidade, o fogo nos ensina a ser
uno e a compreender a nossa natureza divina.

Nas épocas comemorativas, também é tempo de estrear roupas e joias novas, fazer comidas típicas e
demonstrar seu amor pelos entes queridos.  Mandalas coloridas e rangolis na porta das casas chamam
as boas energias para o lar, além de rituais como o “Lakshmi pooja” invocarem as bênçãos divinas da
Deusa da Fortuna, Lakshmi. É importante salientar que, acima de todos os costumes, a verdadeira
tradução do espíritodo Diwali é dar sem esperar nada em troca e iluminar os corações de quem vive na
escuridão.

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Assim como o Natal e as festas de fim de ano aqui no Ocidente, o Festival das Luzes gera um clima
de empatia entre as pessoas. A espiritualidade, a bondade, os bons feitos tocam o coração da maioria
dos indivíduos de uma maneira sutil e independente de vínculo religioso. A boa notícia é a mesma para
os dois lados do mundo: dar, receber, renascer e celebrar nesta época do ano se transformou em
mais que um costume, mas sim em hábito e uma mensagem de amor a ser sempre celebrada.

O Mundo das Joias

Desde sempre, o ser humano cria e utiliza adornos como símbolos de sua expressão mundana e espiritual e
também
como forma de organização social. As intenções são diversas e durante toda a história, o processo
de criação  artesanal dessas peças se transformou passando por diferentes momentos socioculturais. 

Segundo uma descoberta recente da pesquisadora Davorka Radovcic, da Croácia, os neandertais habitantes
da Europa criaram a primeira joia da humanidade há mais de 130 mil anos. Utilizando-se de materiais
como dentes de animais e conchas, eles faziam composições simples, que tinham por intuito diferenciar
personalidade, status, poder ou ser utilizado como um talismã, tendo um significado mais espiritual. No livro
“O Colar de Nanderthal – Em Busca do Primeiros Pensadores”, Juan Luis Asuaga 
apresenta a tese de que os
primeiros acessórios encontrados são concomitantes à simbolização e à aquisição da linguagem. A capacidade
de simbolizar o todo através da parte (o dente de leão), de metaforizar os amuletos são manifestações bem
primitivas, o início da Humanidade.

Tempos depois os metais e as pedras preciosas seriam descobertos e entrariam para a gama de materiais
principais para a realização das joias, que perduram até hoje. Com a ampliação das possibilidades de
matéria-prima, as técnicas em torno da produção artesanal também foram se desenvolvendo e criando
possibilidades cada vez mais diferenciadas.

Nos últimos séculos, os movimentos das joias artesanais acompanharam muito as Escolas Artísticas.
Com a era mais recente do Capitalismo e da massificação dos produtos, surgiram reproduções
alternativas – com menos qualidade em design e material – para aqueles que não conseguiam arcar
com custos altos das joias preciosas. Assim, outras categorias, como bijuterias e semi joias, passaram
a ser comercializadas em grande escala, por vezes, substituindo o uso das verdadeiras joias.

Apesar de todas essas transformações, é interessante notar: na realidade, as joias podem ter sido
substituídas por produtos alternativos, mas elas nunca perderam o seu valor diferenciado e a
sua preciosidade, gerados pelo caráter artesanal de sua produção, pelas matérias-primas mais raras e
pela qualidade acima da curva.

Um aspecto que amamos e que envolve as joias é sua capacidade de perpetuar memórias de geração
em geração. O ourives cuidadosamente pensa, martela, modela, solda e refina e, diretamente das mãos
de quem faz, a peça vem para permanecer nas nossas vidas, marcar momentos especiais, e dar um sentido
belo e único para nossa experiência.

Conheça as joias artesanais que estão no nosso site e também estarão na nossa Edição Natal 2015.

> Mama Coca <

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> Vera Monfort <

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> Vera Cortez <

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